As unidades da Estre em Curitiba — Coleta Domiciliar, localizada na Rua João Negrão, e a Central de Tratamento de Resíduos de Serviços de Saúde (CTRSS), no bairro Tatuquara — utilizavam, até recentemente, gás liquefeito de petróleo (GLP) armazenado em cilindros do tipo P190.
O abastecimento era realizado por caminhões, com frequência média de duas vezes por semana. Esse modelo exigia manuseio manual em áreas com circulação de pedestres — um ponto de atenção recorrente do SESMT — além de representar risco de desabastecimento. Eventuais falhas impactavam diretamente a operação: na João Negrão, comprometiam o fornecimento de água quente para os colaboradores, especialmente coletores e motoristas; no CTRSS, reduziam a capacidade operacional dos incineradores.
Com a modernização do sistema, as duas unidades passaram a utilizar gás natural canalizado, fornecido por meio de rede dutoviária. A mudança elimina a necessidade de reabastecimento manual de cilindros, reduz riscos operacionais e garante maior continuidade no fornecimento.
Outra mudança está no modelo de pagamento: anteriormente realizado de forma antecipada para recargas de GLP, agora passou a ser feito conforme o consumo efetivo — similar ao que ocorre com serviços como água e energia.
O projeto foi desenvolvido pelo Almoxarifado da unidade João Negrão e entrou em operação na mesma unidade em novembro de 2025 e no CTRSS neste mês de fevereiro.
A iniciativa reforça o compromisso da Estre com a segurança dos colaboradores, a eficiência operacional e a modernização contínua de suas instalações.


Cilindros de gás na João Negrão e na CTRSS

Nova central de gás Oduto (natural) na João Negrão
